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Informe ABIPTI Nº 188 - setembro de 2007
ABIPTI participa da seleção do novo presidente do Cetec
Danilo Godoi
Encontra-se em fase final, a seleção do novo presidente da Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais (Cetec), instituição sócio-fundadora da ABIPTI. A Associação, na condição de representante dos clientes do Cetec, integrou o comitê de avaliação. Após a pré-seleção, caberá ao secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais, Alberto Duque Portugal, indicar os nomes para que o governador do Estado faça a seleção final e a nomeação.
O Comitê de Avaliação da Proposta de Trabalho foi composto, além da ABIPTI, por mais cinco membros. Dois deles foram indicados por funcionários do Cetec; outros três, como clientes da instituição, como foi o caso da Associação, representada
pelo secretário executivo Lynaldo Cavalcanti de Albuquerque; já o sexto membro foi um pesquisador da comunidade científica e tecnológica. Este último, Evaldo Ferreira Vilela, foi o coordenador dos trabalhos.
A participação da ABIPTI na seleção do presidente se deu por meio de uma articulação idealizada pelo gerente de Informação e Gestão Tecnológica (IGT) da Associação, Alceu Castello Branco. Segundo ele, era importante a participação da instituição no comitê de avaliação dos candidatos, já que a ABIPTI tem uma boa experiência sobre os projetos realizados nos centros de ciência e tecnologia e no que pode ser relevante na proposta de um candidato ao cargo maior de uma entidade como o Cetec. “Isso sem falar que a própria visão que o secretário executivo da Associação tem sobre o perfil de um dirigente de C&T é fundamental”, pontua Castello Branco, ressaltando a trajetória de Lynaldo Cavalcanti na área científica e tecnológica.
Para o gerente, o modelo do processo de avaliação dos candidatos adotado pela Secretaria de C&T e Ensino Superior de Minas Gerais (Sectes) também será importante para definir o melhor presidente. Nessa estrutura, a candidatura é livre, desde que se obedeça ao perfil pré-definido em edital. A partir dali, os pretendentes estabeleceram uma proposta de trabalho, ressaltando o que avaliam como prioridade para a instituição e, no processo final, será analisada a capacidade profissional e gerencial do candidato.
Alceu Castello Branco, na sua avaliação, reconhece que a principal vantagem desse modelo de eleição é o fato de contornar as influências políticas. Se não for assim, segundo ele, corre-se o risco de haver candidatos indicados por autoridades ou pretendentes cujos perfis sejam desconhecidos.
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